domingo, 20 de setembro de 2015

POEMA DA SAUDADE

Num cais de porto qualquer
Onde um vento gélido soprava
Mas doce era o encanto,
E doce foi o encontro

Em um agosto qualquer
Em um porto muito alegre
Onde as paralelas se encontraram
Onde fez-se encanto...

Depois vieram as curvas da serra
Serpentando qual cobras
E veio o voo
E fez-se saudade...

Mas logo ouve reencontro
Foi breve, mas valeu cada segundo
Na serra vivem lembranças
No coração ainda mora a dor

Nas memórias ainda vivem risos
Sorrisos de dias felizes que se foram...
No coração ainda vive a saudade
E a espera do reencontro...

Nenhum comentário:

Postar um comentário